Nas últimas semanas, debates e reportagens têm chamado a atenção para um tema sensível entre empreendedores brasileiros que buscam levar suas empresas para outros países: os desafios de atuar em mercados internacionais sem planejamento e estrutura adequados.
De acordo com a empresária e consultora internacional Flavia Gomes, países como o Reino Unido e os Emirados Árabes Unidos não rejeitam empresários por falta de talento, mas exigem organização, previsibilidade e consistência operacional.
Autora do livro “Internacionalizando — Sem se enterrar, apenas acertar.”, Flavia reúne na obra experiências práticas, análises de mercado e orientações estratégicas para empresários que desejam estruturar seus negócios antes de buscar novos mercados. O livro aborda desde planejamento financeiro e organização societária até os desafios culturais e operacionais enfrentados por quem decide empreender fora do país.
A publicação também propõe uma reflexão sobre os erros mais comuns cometidos no processo de expansão e apresenta caminhos para reduzir riscos e aumentar a previsibilidade dos resultados. A proposta central da obra é mostrar que crescer fora do país não depende apenas de oportunidade, mas de preparação, método e visão de longo prazo.
Especialistas apontam que, no Reino Unido, o processo de validação de empresas passa por análises rigorosas de bancos, contratos e avaliação de riscos de longo prazo. O histórico financeiro e a coerência das operações costumam ter mais peso do que estratégias de marketing ou visibilidade pública.
Nos Emirados Árabes Unidos, embora a abertura formal de empresas possa ocorrer de forma rápida, a permanência no mercado depende diretamente da aprovação bancária e da demonstração de atividade econômica consistente. Possuir licença não garante, por si só, a sustentabilidade do negócio.<img width="887" height="606" src="image/svg+xml;base64,PHN2ZyB2aWV3Qm94PScwIDAgMTAyNCAxMDI0JyB4bWxucz0naHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmcnPjwvc3ZnPg==" class="attachment-large size-large lazyload" alt="Expansão de negócios para o exterior exige planejamento, estrutura e preparação estratégica” data-srcset=”https://egobrazil.ig.com.br/wp-content/uploads/2026/02/IMG-20260210-WA00262.jpg 1024w, https://egobrazil.ig.com.br/wp-content/uploads/2026/02/IMG-20260210-WA00262-300×205.jpg 300w, https://egobrazil.ig.com.br/wp-content/uploads/2026/02/IMG-20260210-WA00262-768×525.jpg 768w, https://egobrazil.ig.com.br/wp-content/uploads/2026/02/IMG-20260210-WA00262-150×103.jpg 150w, https://egobrazil.ig.com.br/wp-content/uploads/2026/02/IMG-20260210-WA00262-450×308.jpg 450w” data-src=”https://egobrazil.ig.com.br/wp-content/uploads/2026/02/IMG-20260210-WA00262.jpg” />
A consultora também informou que sua agenda presencial para palestras, mentorias e encontros estratégicos está disponível mediante agendamento, com foco em orientar empresários que desejam estruturar a expansão internacional com mais segurança e clareza.
Para especialistas, ignorar esses fatores não acelera a expansão para o exterior, mas aumenta o risco de prejuízos. A avaliação criteriosa e o planejamento estratégico continuam sendo apontados como os principais pilares para quem deseja crescer de forma segura e duradoura em outros mercados.
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