Bruna Marquezine aposta em bioestimulador de colágeno para tratar o pescoço

Procedimento tem ganhado espaço por promover rejuvenescimento gradual e natural, com resultados que aparecem ao longo dos meses

Com a proximidade das festas de fim de ano, Bruna Marquezine voltou a chamar atenção não apenas pelos looks e projetos profissionais, mas também pelos cuidados estéticos. A atriz teria apostado no uso de bioestimuladores de colágeno no pescoço, uma região que costuma denunciar os primeiros sinais do envelhecimento e que vem ganhando destaque nos consultórios especializados.

Segundo a cirurgiã-dentista Thais Moura, especialista em harmonização facial, o interesse crescente pelo procedimento se deve ao efeito progressivo e ao aspecto natural dos resultados. “O pescoço tem uma pele mais fina, com menos glândulas sebáceas e muito exposta ao sol. Por isso, tende a envelhecer mais rápido. Os bioestimuladores ajudam a melhorar a firmeza e a qualidade da pele sem mudar a anatomia ou deixar um aspecto artificial”, explica.

O tratamento atua estimulando a produção natural de colágeno, proteína responsável pela sustentação e elasticidade da pele. De acordo com Thais, o efeito não é imediato, o que exige planejamento. “Esse tipo de procedimento precisa de tempo para mostrar resultado. Normalmente, a resposta do organismo começa a ser percebida entre 30 e 60 dias, com melhora contínua nos meses seguintes. Por isso, quem pensa em tratar o pescoço antes de datas importantes deve se antecipar”, orienta.

O valor das sessões pode variar entre R$ 1.500 e R$ 5.000, dependendo do bioestimulador escolhido, da quantidade aplicada e da avaliação individual. Thais Moura ressalta que não existe um protocolo único. “Cada pele tem um grau de flacidez, histórico de exposição solar e ritmo de envelhecimento. Em geral, indicamos duas sessões iniciais, com intervalo médio de 40 a 50 dias, seguidas de reavaliação”, afirma.

A especialista também destaca o caráter preventivo do procedimento, que vem sendo cada vez mais procurado por pacientes mais jovens. “A partir dos 25 anos, a produção de colágeno começa a cair. Iniciar os bioestimuladores nessa fase funciona como uma espécie de poupança de colágeno, ajudando a manter as características jovens do rosto e do pescoço por mais tempo”, diz.

Apesar de ser minimamente invasivo, o tratamento exige técnica e experiência, especialmente por se tratar de uma área delicada. “O pescoço requer cuidado redobrado. Uma aplicação bem indicada e bem executada faz toda a diferença no resultado e na segurança do paciente”, reforça Thais Moura.

Para quem busca rejuvenescimento sem excessos, como no caso de Bruna Marquezine, o bioestimulador de colágeno no pescoço se consolida como uma alternativa eficaz, discreta e alinhada à tendência atual de valorizar resultados naturais. “O segredo está em respeitar o tempo da pele e investir em tratamentos que estimulem o próprio organismo a se renovar”, finaliza a especialista.

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