“Seu Amor Ainda É Tudo Que Eu Tenho” dialoga com o clássico que marcou a carreira do cantor
No dia 30 de janeiro, data marcada pelo Dia da Saudade, o cantor Inaldo Lima lança a música “Seu Amor Ainda É Tudo Que Eu Tenho”, uma canção inteira, profunda e carregada de emoção, que traduz em versos e melodia aquilo que muita gente sente, mas nem sempre consegue dizer.
A música fala sobre a ausência, o amor que permanece mesmo depois do tempo, as lembranças que insistem em voltar e a saudade que mora no peito. É uma daquelas modas boas, daquelas que apertam o coração e fazem companhia em silêncio, como dizia o poeta: “Deixa cair!”.
A composição é assinada por Mayla Tauany, jornalista e assessora de imprensa, que trabalhou ao lado do saudoso Marciano e presta uma homenagem delicada e verdadeira ao artista que marcou gerações com sua voz iinimitável. A homenagem ganha ainda mais força por Inaldo Lima ter sido um dos melhores amigos de Marciano, o que transforma a canção em um encontro de saudades, memórias e sentimentos reais, vindos de todas as partes envolvidas.
Nos versos, a música retrata tentativas frustradas de esquecer, noites tomadas por lembranças e promessas que o tempo levou. O quarto que vira terra fria, o peito que se torna morada vazia e o rádio que chora como um velho amigo. Em um dos trechos mais simbólicos, Inaldo canta:
“O rádio chorou como um velho amigo, na voz do Marciano me encontrei comigo”, uma referência direta, sensível e emocionante ao artista homenageado.
“Seu Amor Ainda É Tudo Que Eu Tenho” não é apenas um lançamento musical. É um abraço para quem sente saudade, uma canção feita de verdade, respeito e memória. Uma obra que nasce exatamente no dia em que a saudade é lembrada e celebrada, reforçando que alguns amores nunca vão embora, apenas mudam de lugar.
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