Cirurgia facial avança para procedimentos menos invasivos e redefine o rejuvenescimento

Durante décadas, falar em rejuvenescimento facial era quase sinônimo de cirurgias extensas, cortes aparentes e longos períodos de recuperação. Esse cenário, no entanto, vem mudando de forma consistente. Com os avanços técnicos da cirurgia plástica e a busca por resultados mais naturais, procedimentos menos invasivos passaram a ganhar espaço, especialmente entre mulheres que desejam preservar a identidade facial e manter a rotina pessoal e profissional.

Essa transformação acompanha não apenas a evolução da medicina, mas também a atuação de cirurgiões que, ainda antes de o tema se tornar tendência, já estudavam alternativas ao modelo tradicional. É nesse contexto que se insere a trajetória do cirurgião plástico Gustavo Gurgel, cuja atuação acompanha a própria mudança de paradigma da cirurgia facial nas últimas décadas.

Formado em Medicina pela Universidade Iguaçu (UNIG), no Rio de Janeiro, o médico possui especializações em Cirurgia Geral e Cirurgia Plástica, além de pós-graduação lato sensu em Cirurgia Plástica e Reconstrutiva e Cirurgia da Mama, concluída em 2008. Ao longo da carreira, aliou a prática clínica à vivência institucional, com passagem pela gestão hospitalar.

Entre 2019 e 2020, atuou como coordenador médico do Serviço de Cirurgia Plástica do Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes, uma das maiores unidades hospitalares do estado do Rio de Janeiro. A função envolveu liderança de equipes, organização de fluxos cirúrgicos e atendimento a casos de alta complexidade, ampliando sua experiência em ambientes de grande demanda.

Antecipando tendências na cirurgia facial

Muito antes de o conceito de rejuvenescimento facial sem cortes ganhar visibilidade, o cirurgião já participava de debates científicos sobre o tema. Em 2006, apresentou em Buenos Aires o trabalho “Aplicación Facial de Poli-Metil-Metacrilato – Cirurgia sem cortes”, no qual discutiu abordagens estruturais alternativas aos procedimentos convencionais.

Nos anos seguintes, participou como palestrante de eventos nacionais e internacionais voltados à cirurgia plástica e aos procedimentos minimamente invasivos, incluindo o IX VEMI – Curso Internacional de Videoendoscopia em Cirurgia Plástica. Também esteve presente em simpósios dedicados ao estudo da lipoenxertia facial, suas aplicações e limitações, reforçando uma atuação alinhada à produção científica da especialidade.

Implantes customizados e rejuvenescimento estrutural

Mais recentemente, o médico vem aprofundando estudos em uma vertente que se apresenta como alternativa duradoura à harmonização facial tradicional. Atualmente, realiza em Brasília um curso voltado ao rejuvenescimento facial por meio de implantes faciais customizados, desenvolvidos de forma individualizada para cada paciente.

Confeccionados em cimento ósseo, esses implantes são projetados a partir da anatomia facial específica de cada pessoa e têm como proposta substituir procedimentos temporários, como os preenchimentos com ácido hialurônico. Por serem definitivos, não exigem manutenção periódica nem retoques ao longo do tempo.

A técnica permite tratar, de forma estrutural e permanente, regiões como olheiras profundas, ponta nasal, projeção do malar, ângulo da mandíbula e mento. O objetivo é oferecer previsibilidade, estabilidade e resultados que respeitem as características individuais do rosto.

Na prática clínica, o cirurgião combina abordagens como lipoenxertia facial estratégica, reposição volumétrica planejada e procedimentos estruturais sem incisões extensas, priorizando resultados progressivos e naturais.

Técnica e equilíbrio na indicação cirúrgica

Apesar da forte atuação em procedimentos minimamente invasivos, o médico mantém uma visão técnica e equilibrada sobre a cirurgia facial tradicional. Segundo ele, o lifting facial continua sendo uma ferramenta importante quando bem indicado e executado com técnicas modernas.

“O lifting facial é um procedimento que visa rejuvenescer os traços do rosto, suavizando rugas e flacidez. Hoje, as cicatrizes tendem a ser praticamente imperceptíveis, muitas vezes escondidas entre os cabelos ou nas linhas naturais da pele”, afirma.

De acordo com o cirurgião, os impactos do procedimento vão além da estética. “Ao se reconhecer no espelho, muitos pacientes relatam melhora da autoestima e um novo entusiasmo pela vida”, completa.

Rejuvenescer sem descaracterizar

A trajetória do Dr. Gustavo Gurgel reflete um conceito cada vez mais valorizado na cirurgia plástica facial: rejuvenescer sem descaracterizar. Em um cenário no qual naturalidade, segurança e previsibilidade se tornaram prioridades, a atuação de profissionais com formação sólida e visão estratégica ganha relevância.

Mais do que acompanhar tendências, sua carreira se desenvolveu em paralelo à evolução das técnicas, ajudando a consolidar um modelo de rejuvenescimento que respeita história, anatomia e expectativas individuais, com foco em resultados duradouros e responsáveis.

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