São Paulo (26 de Março) - O especialista do setor, Marcelo Souza, presidente do INEC – Instituto Nacional de Economia Circular, alerta que o segmento apresenta dados alarmantes e exige ações urgentes.
O Relatório de Riscos Globais de 2025, do Fórum Econômico Mundial, revela uma mudança significativa na percepção dos desafios globais enfrentados pela humanidade ao compararmos os cenários dos próximos dois e dez anos.
Nos próximos dois anos, os principais agravantes incluem conflitos armados entre estados, desastres naturais e eventos climáticos extremos, além de crises relacionadas ao custo de vida. No entanto, ao projetarmos um horizonte de dez anos, os riscos ambientais passam a dominar a lista, representando quatro dos cinco principais desafios previstos.
Ao analisarmos os próximos dez anos, os riscos ambientais tornam-se ainda mais evidentes:
Essa mudança na hierarquia dos riscos indica, claramente, que as ações atuais não têm sido eficazes o suficiente para mitigar os perigos ambientais. A crise climática continua se agravando, e as medidas adotadas até agora não foram suficientes para reverter essa tendência.
Diante desse cenário, a implementação de uma política de economia circular surge como uma solução viável e necessária. Essa abordagem promove um modelo sistêmico que inclui:
A comparação entre os cenários de dois e dez anos do Relatório de Riscos Globais do Fórum Econômico Mundial evidencia a necessidade urgente de ajustes nas políticas atuais. A economia circular é uma das poucas alternativas viáveis para enfrentar esses desafios de maneira eficaz.
Ao adotar práticas circulares, não apenas mitigamos os impactos negativos dos riscos ambientais, mas também criamos um futuro mais sustentável e resiliente.
Marcelo Souza é químico e engenheiro de produção e mecânica. Possui MBA Internacional em Administração pela FGV, MBA pelo Instituto Universitário de Lisboa, pós-MBA em Tendências e Inovação e Formação de Conselheiro de Administração pela Inova Business School.
É mestre em Administração pelo Instituto Universitário de Lisboa, com especializações em Transformação Digital pelo MIT e em Economia Circular pela Universidade de Berkeley Extension.
Atua como CEO da Indústria Fox – Economia Circular e suas subsidiárias, presidente do Conselho de Administração da Ilumi Materiais Elétricos, conselheiro e diretor de Meio Ambiente do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP) – Regional Jundiaí, além de membro do Departamento de Desenvolvimento Sustentável da FIESP.
Professor da PUC Campinas, também integra a Coalizão Empresarial por um Tratado dos Plásticos e preside o INEC - Instituto Nacional de Economia Circular. Como escritor, acaba de lançar seu terceiro livro, Reciclagem de A a Z, uma antologia que reúne conhecimentos de especialistas em economia circular e reciclagem.
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