Nada de convite formal, nada de anúncio prévio. A experiência começava no check-in — e só quem estava ali entendia que não se tratava de um simples encontro. Na última quarta-feira, o Joá virou palco de uma ativação exclusiva comandada por Gkay, onde presença era o único requisito para fazer parte.Desde a chegada, o clima deixava claro: aquilo não se repetiria.
O check-in funcionava quase como um portal simbólico, separando quem apenas passava pelo local de quem realmente entrava na experiência. Sem filas comuns, sem protocolos engessados — apenas a sensação de estar sendo incluído em algo raro, pensado para acontecer uma única vez.
Foi nesse ambiente intimista e cuidadosamente construído que Gkay apresentou a collab especial com a Versiani Swim, marca de Gabriela Versiani, idealizadora e sócia da grife. A parceria nasceu com um propósito claro: fugir do óbvio. Nada de lançamento tradicional ou peças expostas para consumo imediato. A collab foi revelada como parte da vivência, integrada ao espaço, à energia do dia e ao espírito do Carnaval.
A cartela de cores inédita, escolhida pessoalmente por Gkay, refletia esse momento único de sua trajetória como musa do Salgueiro. Cada tom dialogava com o verão, com o samba e com a intensidade que marca sua relação com o Carnaval, reforçando a ideia de que a collab não era apenas estética, mas também narrativa.
O Joá, com sua atmosfera reservada e paisagem natural, foi escolhido justamente por permitir essa sensação de exclusividade real. Quem fazia o check-in não entrava em um evento — entrava em um contexto. E a experiência se completou quando a bateria do Salgueiro tomou o espaço, levando o som da avenida para um cenário inesperado, conectando moda praia, samba e identidade cultural.
Mais do que apresentar peças, a collab entre Gkay e Versiani Swim se afirmou como um encontro de linguagens: moda, território e pertencimento. Uma ação sem palco, sem reprise e sem promessa de continuidade, onde o verdadeiro luxo foi estar presente, viver o momento e entender que algumas histórias não são feitas para serem repetidas — apenas sentidas.
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