Dr. Neto Alves, especialista em medicamentos para emagrecimento, que identificou erros e incoerências na reportagem do G1.
Recentemente, saiu uma matéria no G1 da Globo informando que uma mulher foi internada por uso do Mounjaro supostamente vindo do Paraguai.
Neto Alves: investiguei a reportagem e percebi que o jornalista não apurou corretamente qual medicamento a paciente utilizou, tampouco se o produto veio do Paraguai.
INFORMAÇOES ATUALIZADA AQUI
A primeira evidência é que essa mulher não tomou o medicamento fabricado no Paraguai. Na matéria mencionada pelo G1, aparece uma caneta que não existe em nenhuma farmacêutica do Paraguai. Isso não significa que ela não tenha usado um medicamento falsificado, mas apenas que não fez uso das Tirzepatidas fabricadas no Paraguai.
Muito provavelmente, ela comprou a caneta de algum intermediário aqui no Brasil, que não é da área da saúde e não conhece a procedência. Após o uso, acabou sendo internada.
O ponto principal não é apenas o erro da reportagem em não verificar de quem a paciente comprou a caneta. Meu objetivo maior é informar quais são os laboratórios que produzem a Tirzepatida, mais conhecida como Mounjaro, e explicar as diferenças entre eles.
https://www.youtube.com/shorts/kl4KQGhVxII
A primeira Tirzepatida patenteada no mundo foi o Mounjaro, da fabricante americana Eli Lilly. Essa empresa registrou a patente nos EUA, na Europa e em parte da América do Sul, com exceção do Paraguai. O processo de patente é caro e rigoroso, exigindo aprovação das agências de vigilância sanitária de cada país.
No Paraguai, existem três marcas patenteadas: TG (Indufar), Lipolees (Éticos) e Tizerc (Quimfa), todas registradas apenas naquele país.
Diferenças entre as marcas
Três opções seguras de uso da Tirzepatida
Jamais compre de intermediários, pois há grande risco de falsificação ou adulteração.
📲 Contato do Dr. Neto Alves
Aproveite para compartilhar clicando no botão acima!
Visite nosso site e veja todos os outros artigos disponíveis!