Raphael Costa realiza nova aquisição e leva Grupo 220 ao mercado audiovisual

Empresário investe em produtora e estrutura operação própria em Alphaville para disputar atenção em um ambiente cada vez mais competitivo

O avanço do consumo de vídeo nas plataformas digitais tem levado empresas a reposicionarem suas estratégias de comunicação e marca. Segundo a Wyzowl, 91% das empresas utilizam vídeo como ferramenta de marketing em 2024, o maior índice já registrado pela consultoria. Nesse cenário, o empresário Raphael Costa, presidente do Grupo 220, anunciou a entrada no setor audiovisual como parte de um plano de expansão e fortalecimento de posicionamento para 2026.

A movimentação envolve a aquisição de participação em uma produtora de áudio e vídeo, com a criação de uma operação interna dedicada à produção de conteúdo para redes sociais. À frente da nova estrutura está Gustavo Fernandes, que passa a integrar o quadro societário e assume a liderança do braço audiovisual a partir da sede do grupo em Alphaville, São Paulo.

Raphael Costa afirma que a decisão está diretamente ligada à mudança no comportamento do público e à disputa por atenção. “Esse movimento não é sobre produzir vídeos, é sobre construir percepção”, diz. Segundo ele, o próximo ciclo de crescimento das empresas passa pela capacidade de influenciar, comunicar e gerar conexão com consistência.

O empresário destaca que o planejamento considera um calendário mais competitivo, impulsionado por eventos de grande alcance. Ele cita eleições, competições esportivas e datas comerciais como fatores que devem intensificar a disputa por audiência. “2026 tende a concentrar grandes momentos de atenção. Quem não estiver preparado para comunicar com estratégia vai perder espaço”, afirma.

A aposta do Grupo 220 acompanha uma tendência já observada no mercado. Dados da HubSpot indicam que 54% dos consumidores querem ver mais conteúdos em vídeo de marcas que acompanham, enquanto relatórios da Cisco apontam que vídeos representam mais de 80% do tráfego global na internet. Esse cenário tem levado empresas a internalizarem estruturas de produção para ganhar agilidade e controle narrativo.

Para Gustavo Fernandes, a profissionalização do audiovisual dentro das empresas deve deixar de ser diferencial e passar a ser requisito básico. “As empresas que entenderem o poder do conteúdo agora vão liderar nos próximos anos. Não é só sobre estética, é sobre mensagem, consistência e impacto”, afirma.

A estratégia do Grupo 220 parte da premissa de que conteúdo deixou de ser suporte e passou a ocupar posição central no crescimento das marcas. A produção contínua, segundo a empresa, será utilizada como ferramenta para fortalecer autoridade, ampliar alcance e gerar oportunidades comerciais.

Com a nova estrutura, o grupo busca transformar o conteúdo em um ativo estratégico, alinhando comunicação, posicionamento e geração de demanda em um único fluxo operacional. A iniciativa também reforça a atuação da empresa na formação de lideranças e no desenvolvimento de negócios, áreas em que já impactou mais de 10 mil empreendedores ao longo de sua trajetória.

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