Terapeuta Anaumy Mazzottini que atua com os fenômenos que o corpo esconde de traumas emocionais

Quando a Mente Esquece, o Corpo Grita!

Terapias rápidas crescem entre CEOs, mães solo e profissionais em burnout e revelam como traumas emocionais antigos ainda comandam decisões cotidianas

Com o aumento do burnout, da ansiedade e da sensação de estar "sempre atrasado para a própria vida", cresce também a busca por terapias com efeito rápido e transformador. Entre os públicos mais afetados estão CEOs, expatriados, mães solo e profissionais sobrecarregados que, apesar de bem-sucedidos, sentem que algo os sabota silenciosamente por dentro.

Segundo especialistas, a raiz dessa paralisia está menos no agora e mais no antes: são traumas emocionais antigos, muitas vezes esquecidos pela mente, mas registrados no corpo. E o corpo lembra, sempre.

“O corpo lembra o que a mente tenta esquecer.”

Essa frase se torna cada vez mais real à medida que técnicas terapêuticas modernas (como o neuroprocessamento e a reprogramação emocional) mostram que decisões aparentemente racionais ,como adiar um projeto, escolher o mesmo tipo de parceiro ou sabotar uma boa oportunidade são na verdade, reações inconscientes a memórias não resolvidas.

Mas a boa notícia é: não é preciso reviver a dor para curar.

Abordagens terapêuticas contemporâneas já permitem acessar, compreender e desbloquear esses registros emocionais sem precisar reencenar o sofrimento. O foco não está em entender o trauma, mas em desativar o impacto que ele ainda exerce na vida adulta.

Temas como síndrome do pânico, bournout, procrastinação, crises de ansiedade, medo de errar e autossabotagem estão sendo reinterpretados à luz de uma nova compreensão: não é fraqueza emocional é memória corporal. Diz Anaumy Mazzottini.

Siga a no Instagram: @anaumyoficial

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