Gustavo Mendes dá detalhes inéditos da agressão e rebate críticas

Gustavo Mendes apareceu nas redes sociais nesta terça-feira, 17 de janeiro, para falar um pouco sobre a agressão que sofreu no dia 5 de janeiro em Juiz de Fora, Minas Gerais.

O ator, que ficou conhecido por imitar a ex-presidente Dilma Rousseff, disse que estava saindo de um bar, quando dois homens e uma mulher o abordaram e o agrediram com uma pedra.

“O inquérito da polícia civil parece que está concluído, eu não tenho certeza, eu venho aqui esclarecer para vocês o que aconteceu. Primeiro eu preciso lembrar para vocês que eu tomei duas pedradas na cabeça bem fortes. Não aconteceu o pior, mas foram [pedradas] dadas para matar [de acordo com a análise de imagens de câmeras pela polícia]. E quando você leva uma pancada na cabeça, você não lembra o que aconteceu”, começou explicando.

“Como era noite e eu estava num bar e, obviamente, bebi, eu não lembrava que eu tinha encontrado com a mulher desse rapaz que me atacou. Então, segundo as imagens do inquérito da polícia, eles chegaram à conclusão que uma mulher me parou às quatro da manhã para pedir dinheiro, maltrapilha, andarilha mesmo. E eu dou uma resposta ríspida para ela, que é uma resposta que eu costumo dar para não parar. Eu não ia parar, estava com medo, era de madrugada na rua. Ela me pede dinheiro e eu tenho uma frase que eu sempre digo quando me pedem: ‘você tem dinheiro para me dar?’ Eu digo: ‘tenho, mas não vou dar’. Eu disse essa frase para ela e saí. Ela foi, falou para o marido dela que estava vindo logo atrás, ele veio tirar satisfação comigo”, complementou.

“Tanto que estou tranquilo com meu celular e eles não são bandidos, não tem nada de roubo contra eles. Enfim, quando ele vem para cima de mim para tirar satisfação, ele bota a mão debaixo da camisa, ele diz isso em depoimento, e fiquei com medo, fiquei apavorado, achei que era uma tentativa de assalto, tinha uma pessoa comigo e começo uma pequena discussão, dizendo: ‘você está querendo me assaltar, quem você está pensando que você é? Sai daqui, corre daqui’. Falo bem frio e agressivo. Ele vai e pega duas pedras e me tampa para me acertar e matar. E sai fugido e eu ainda vou atrás dele porque fiquei com medo dele pensar que, ao me derrubar, eu ficaria fraco e ele pudesse me espancar”, continuou.

“Então eu digo isso para a polícia porque eu vou ao hospital e a médica que me atendeu diz para eu ficar acordado até mais ou menos meio-dia, uma hora da tarde. Não me recordo. Porque quando você toma uma agressão dessa na cabeça, você tem que se manter acordado para ver se vai ter alguma reação, enfim, não deu nada de mais. Fato é que eu me equivoquei nessa denúncia, mas eu fui vítima dessa agressão, eu sofri essa agressão, eu poderia estar morto a essa hora. A violência é um problema grave. Me julgar por eu ter me equivocado com os fatos é uma burrice. Eu tomei um trauma na cabeça e quero agradecer para que fique tudo esclarecido, porque nada mais importante do que a verdade. Graças ao trabalho da polícia civil, que fez esse inquérito com muita competência e muita agilidade… Fica aí meu último depoimento sobre isso tudo porque, afinal de contas, a vida precisa seguir, a gente precisa trabalhar. O roxinho do meu olho já está saindo, amanhã eu tenho alguns exames para eu estar tinindo para a volta do meu show em Goiânia dias 21 e 22 de janeiro”, finalizou.

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