Gustavo Mendes volta aos palcos com o espetáculo 'Mais que Dilmais'

O ator, humorista e apresentador Gustavo Mendes, 33 anos, está de volta aos palcos depois da longa jornada política nos últimos meses. O artista, que ganhou o mundo com as impagáveis imitações da ex-presidente Dilma Rousseff, diz que a candidatura a deputado federal (ele disputou a eleição pelo PT, em Minas Gerais), partiu do momento de muito preconceito que o Brasil vivia.

“Todo bom artista é a favor da democracia. Do não preconceito. Todo artista combate o fascismo. E a nossa classe artística estava muito unida. Naquele momento, eu vi que minha voz precisava atuar mais e tentei. Valeu a experiência, mas agora é mais uma nova etapa e estou feliz e grato por todas elas. Agora, é a hora de fazer o que move: estar nos shows, interpretar e retornar os estudos dos projetos de televisão”.

Neste próximo sábado, 19 de novembro, Gustavo subirá ao palco do Centro Cultural da Unimed, em Belo Horizonte, para apresentar o seu show “Mais que Dilmais”.

Em dezembro, o humorista contou que irá estrear o novo espetáculo “Aliviado” e que ano que vem vai retomar o monólogo “Sarjeta”, em interpreta uma mulher de 40 anos, a personagem Madalena Volpi.

“A pandemia nos fez ficar longe de maquiagem, do abraço e afeto das plateias. A falta é sobre isso e muito mais. A arte nos move”, comentou Gustavo Mendes, que nesse ano gravou o longa metragem “Férias Trocadas” ao lado do ator, produtor e diretor Edmilson Filho (no ar com “Cine Holliudy”, na TV Globo).

O filme tem previsão de estreia para abril, nos cinemas e também conta com Carol Castro, Klara Castanho e grande elenco.

“Edmilson Filho virou um grande amigo. Ele é um mestre da comédia, do cinema, do audiovisual e me incentivou a retornar com o meu monólogo também. Esse momento de voltar a ensaiar, decorar texto é o meu oxigênio. Estudar novos projetos para televisão, retomar os contatos é o que estou fazendo também. Nasci na televisão e sou apaixonado por esse veículo que tem uma importância e um valor cultural, educacional enorme no Brasil com suas novelas, séries, programas etc”, disse.

E revelou uma curiosidade. “Sempre falo que se não fosse o “Jornal Nacional”, por exemplo, nossa pandemia, que já foi difícil, seria bem pior. Ali, a gente pode ouvir apurações, histórias , pedido para usar mascarar e a importância das vacinas. Aplaudia todos os dias a equipe do JN”, disse Gustavo, com todo seu bom humor.

“Infelizmente, nos últimos quatro anos, a arte estava abandonada com o atual governo. Mais de seis milhões de brasileiros dependem desse trabalho. A retomada não é só minha. São figurinistas, câmeras, maquiadores – milhares de profissionais vão voltar ainda mais em 2023. É isso que desejamos: fazer cultura ao nosso país”, finalizou o ator.

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