Cristiane Medina afirma que mulheres estão revendo vínculos, padrões e expectativas: “Quando o amor-próprio acorda, a dependência emocional perde espaço.”
Com a chegada de 2026, cresce o movimento silencioso — mas profundo — de mulheres que se afastam de relações desgastantes e começam a se priorizar. Para a psicanalista Cristiane Medina, especialista em autoestima feminina, esse fenômeno não é moda: é sobrevivência emocional.
Segundo ela, amor-próprio não é sobre se sentir poderosa o tempo todo, mas sobre reconhecer a própria dignidade.
“Amor-próprio é um limite interno. É o que faz você parar de aceitar migalhas, de implorar afeto e de carregar o emocional dos outros nas costas. Ele não deixa ninguém perfeita; ele impede que você se perca”, afirma.
Medina explica que o grande esgotamento feminino nas relações vem de décadas de condicionamento.
“As mulheres foram educadas para ‘segurar a família’, para ‘entender o outro’, para ‘ter paciência’. Mas ninguém ensinou a entender a si mesmas. A falta de amor-próprio nasce desse abandono silencioso”, pontua.

Para a especialista, 2026 será um divisor de águas. No novo ano, muitas mulheres irão, finalmente, perceber que o amor-próprio é menos sobre romantização e mais sobre proteção.
“Quando uma mulher se escolhe, ela muda a geografia da própria vida. O que antes parecia essencial perde força, e o que realmente nutre começa a ganhar espaço. É uma espécie de renascimento”, afirma Medina.
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