A médica Giovana Breda Rodrigues, 47 anos, nefrologista de formação, intensivista e especialista em gestão em saúde, viveu uma gestação marcada por surpresa, desafios clínicos e superação. Está há 17 anos com o esposo Daniel da Silva Ananias, ela é mãe de Giovani Breda Silva, de 10 anos, uma criança atípica cuja chegada transformou a rotina e a visão de vida da família.
A gravidez foi descoberta em fevereiro de 2015, durante o período do Carnaval, após a realização de exames solicitados em uma consulta dermatológica. O teste beta-HCG, incluído na rotina antes do início de uma medicação, confirmou a gestação, inicialmente inesperada, já que a médica não planejava engravidar naquele momento.
Na época, Giovana conciliava a atuação como nefrologista e auditoria médica em hospitais. Após a confirmação, iniciou o pré-natal, e a gestação foi classificada como de alto risco em razão da idade e do sobrepeso.
Entre o quarto e o quinto mês, um exame de translucência nucal apontou alterações que levantaram a suspeita de má formação congênita. A partir desse resultado, a gestante passou por avaliações com diferentes especialistas e realizou diversos exames. Segundo o relato, alguns prognósticos indicavam riscos elevados à saúde da mãe e do bebê.
Em busca de maior precisão diagnóstica, Giovana procurou um especialista e realizou exames complementares, mesmo enfrentando dificuldades financeiras para custeá-los, contando com o apoio de amigos e familiares. Uma ultrassonografia posterior apresentou melhora em relação aos exames anteriores, e foi realizado um exame diagnóstico invasivo, que ocorreu sem complicações.
O resultado confirmou síndrome de Down. De acordo com Giovana, a notícia foi recebida com alívio, diante de hipóteses consideradas mais graves que haviam sido levantadas anteriormente.
Após o diagnóstico, a gestação evoluiu de forma estável. A médica seguiu acompanhamento regular, perdeu peso sob orientação profissional e não apresentou intercorrências relevantes até o parto.

Giovani nasceu com três quilos e oitocentos gramas, sem cardiopatias, permanecendo na UTI neonatal apenas por precaução. Tanto o bebê quanto a mãe tiveram boa recuperação.
Hoje, Giovana afirma que a experiência representou uma mudança profunda em sua vida pessoal e familiar. Ela destaca que a gestação, inicialmente não planejada, fortaleceu sua fé e redefiniu prioridades, tornando-se uma história que define como um exemplo de superação e transformação.
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