Quase um ano depois de subir ao ringue para enfrentar Acelino “Popó” Freitas, Duda Nagle voltou a comentar a luta realizada em maio de 2025 e trouxe revelações inesperadas. Em entrevista ao podcast Podshape, apresentado por Juju Salimeni e Diogo Basaglia, o ator contou detalhes pouco conhecidos do confronto e surpreendeu ao afirmar que não recebeu pagamento direto pelo combate. Segundo ele, a decisão de lutar nunca esteve ligada ao dinheiro, mas sim a uma questão pessoal.
Ao recordar o duelo contra o tetracampeão mundial de boxe, Duda Nagle descreveu a experiência como um marco em sua vida. O artista afirmou que a participação no evento teve um peso simbólico muito maior do que financeiro e que encara o episódio como uma conquista individual. Para ele, o momento entrou para a própria história: uma vivência que pretende relembrar ao longo dos anos como prova de superação.
O ator explicou ainda como viabilizou a preparação física para o desafio. De acordo com Duda, o camp de treinamento foi custeado por patrocinadores já vinculados à sua imagem, principalmente marcas ligadas ao universo esportivo. Ele também fechou parcerias menores voltadas especificamente para o dia da luta. Sobre a organização do evento, revelou que a competição praticamente não paga lutadores convidados, oferecendo apenas ajuda de custo e participação simbólica em vendas, o que reforça que o projeto foi sustentado por acordos comerciais paralelos.

Medo de sequelas marcou preparação
Durante a conversa, Juju Salimeni questionou se ele teve receio de ser nocauteado e perder a consciência. A resposta foi objetiva: o medo não era o nocaute em si, mas sim possíveis danos permanentes. O receio acabou sendo justificado pelo nível de intensidade do combate.
Diogo Basaglia relembrou, inclusive, que o nariz do ator ficou bastante machucado após a luta. Pai da filha de Sabrina Sato, Duda Nagle contou que precisou passar por cirurgia para corrigir a lesão. Apesar do procedimento e das marcas físicas, ele afirmou que não se arrepende da decisão e que repetiria a experiência pelo aprendizado adquirido.
Para o ator, o confronto representou um processo de autossuperação e disciplina. Mesmo longe de um retorno financeiro direto, a luta contra Popó se transformou em uma das experiências mais marcantes de sua trajetória pessoal e profissional.
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