Do Guarujá ao Rio de Janeiro, passando pelo interior de Minas Gerais, o ator, performer e autor constrói uma trajetória onde presença cênica e posicionamento artístico caminham como uma só disciplina
Existe uma diferença entre aparecer e ser percebido. Higor Pessõa conhece bem esse intervalo e é justamente nele que trabalha. Ator profissional com registro no DRT, performer e autor, ele não se contenta com o que o palco oferece por si só: investiga o que está por trás da cena, a construção simbólica da imagem e o peso que a identidade carrega antes mesmo de qualquer atuação.
Nascido no Guarujá, litoral paulista, criado em Barão de Cocais, no interior de Minas Gerais, e hoje estabelecido no Rio de Janeiro, Pessõa acumulou mais do que experiências geográficas ao longo do percurso. Acumulou perspectivas. Formado em Artes Cênicas, transitou entre o teatro e o audiovisual, desenvolvendo algo que vai além do currículo: uma compreensão própria sobre o que significa existir como artista no mercado contemporâneo.

“Percebi que não bastava apenas atuar. Era preciso compreender o jogo por trás da cena, a construção da imagem e o posicionamento artístico”, afirma Pessõa.
Essa inquietação encontrou forma no livro Arquétipos de Poder: A Construção da sua Identidade Artística, obra em que o artista propõe uma revisão do modo como performers entendem e expressam a própria presença. A publicação não funciona como manual técnico, mas como um convite à consciência: assumir a narrativa de si mesmo como ato criativo.

“Minha jornada começou a partir de uma necessidade de expressão e de entendimento sobre quem eu sou e como posso me comunicar com o mundo através da arte. Em muitos momentos, também foi um processo de dúvida e tentativa, mas foi justamente isso que me fez aprofundar na construção da minha identidade artística”, explica o artista.
A pesquisa que sustenta o livro atravessa arquétipos, comportamento, presença cênica e marca pessoal — territórios que, na visão de Pessõa, não são campos separados, mas dimensões de uma mesma construção. Para ele, identidade não é algo que surge por acaso na cena: é algo que precisa ser construído com consciência.
“Antes do talento ser reconhecido, é a percepção que abre caminhos”, observa Pessõa.

Em um cenário onde a visibilidade artística depende cada vez mais de como o artista se posiciona — e não apenas do que produz — Higor Pessõa representa uma geração que recusou a espera pelo reconhecimento. Em seu lugar, escolheu a construção da relevância como prática contínua.
Atualmente, o artista desenvolve projetos autorais entre teatro e audiovisual, além de iniciativas voltadas ao desenvolvimento de identidade artística, consolidando sua presença no Rio de Janeiro e ampliando seu alcance no cenário criativo nacional.
“Me posiciono como um artista em ascensão que constrói sua trajetória com consciência de imagem, identidade e presença, enquanto também inspiro e direciono outros artistas no desenvolvimento de suas carreiras”, define Pessõa.
Arquétipos de Poder já está disponível e marca o início de uma nova fase. Não apenas na trajetória de Higor Pessõa, mas na forma como uma nova geração de artistas começa a entender que arte e estratégia não são opostos. São, cada vez mais, a mesma coisa.

Mais informações sobre o trabalho e o livro de Higor Pessõa podem ser encontradas em suas redes sociais.
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