Muitos artistas cantam sobre a vida. Poucos cantam a partir da própria vida — e é esse o ponto que diferencia JESSIK. Ao longo da construção de sua carreira, a cantora encarou perdas, reinícios, reinvenções geográficas e emocionais. E, em vez de esconder o que atravessou, transformou cada fase em matéria-prima de sua arte.
Especialistas em cultura afirmam que a força de JESSIK está na autenticidade: ela não escreve para agradar — escreve porque precisa existir. Essa honestidade artística tem criado impacto pessoal não apenas em quem a ouve, mas também nela mesma. “Cada música que eu lanço é uma versão minha que finalmente se liberta”, disse a artista em uma recente conversa com sua equipe.

A conclusão desse ciclo de autoconhecimento está sendo registrada no álbum “Direção”, onde ela revisita suas próprias dores com maturidade estética e vocal. Para muitos, será apenas mais um lançamento no calendário musical. Para JESSIK, será — talvez — o marco de quem finalmente se autorizou a ocupar o lugar que sempre foi seu.
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