Cantora e compositora, Bea Duarte constrói sua trajetória unindo emoção, presença digital e uma linguagem musical própria
Bea Duarte encontrou na música o espaço ideal para transformar sentimentos em narrativa. Cantora e compositora, ela vem construindo uma carreira pautada pela sensibilidade artística e por uma conexão direta com o público, tanto nos palcos quanto nas redes sociais.
Sua trajetória musical se desenvolveu de forma orgânica, acompanhando um processo constante de amadurecimento criativo. As canções de Bea carregam intimidade, vulnerabilidade e força, refletindo experiências pessoais que encontram eco em quem escuta. Essa habilidade de traduzir emoções em letra e melodia se tornou um dos pilares do seu trabalho.
Com o avanço da carreira, Bea passou a usar as redes sociais como uma extensão natural da sua arte, compartilhando processos criativos, trechos de músicas e bastidores do dia a dia. Essa proximidade fortaleceu a relação com os fãs e ampliou o alcance do seu trabalho, criando uma audiência que acompanha não apenas os lançamentos, mas todo o percurso artístico.
Em um cenário musical cada vez mais acelerado, Bea Duarte se destaca por não abrir mão da própria identidade. Sua presença não se apoia em fórmulas prontas, mas em coerência artística, constância e verdade. O resultado é uma carreira em expansão, com novos projetos no horizonte e uma base de ouvintes cada vez mais engajada.
Ping-pong com Bea Duarte
Quando a música deixou de ser apenas uma paixão e virou um caminho profissional?
A música sempre esteve presente na minha vida, mas virou um caminho profissional quando comecei a compor de forma mais consciente. Percebi que minhas histórias poderiam dialogar com as histórias de outras pessoas e que havia um espaço real para isso.
Como você define a identidade musical que vem construindo?
É uma identidade muito emocional. Eu escrevo sobre o que sinto e sobre o que vivo. Não penso muito em rótulos ou gêneros, penso em criar músicas verdadeiras, que atravessem quem escuta.
Seu processo criativo é mais intuitivo ou planejado?
Ele começa de forma bastante intuitiva. Muitas músicas nascem de uma frase, de um sentimento ou de uma situação específica. Depois entra o trabalho de lapidar, estruturar e transformar aquilo em canção.
Qual a importância das redes sociais na sua carreira musical hoje?
As redes são fundamentais. Elas me permitem mostrar não só o resultado final, mas o processo criativo. Isso cria uma relação mais próxima e mais humana com o público, que passa a acompanhar a construção da música.
Quais são os maiores desafios de construir uma carreira musical atualmente?
Manter a identidade em meio a tantas demandas. Existe uma pressão grande por produção constante, mas eu acredito que a música precisa de tempo para acontecer e amadurecer.
O que você busca transmitir para quem escuta suas músicas?
A sensação de não estar sozinho. Se alguém se sente acolhido ou compreendido ao ouvir uma música minha, já faz tudo valer a pena.
O que podemos esperar dos próximos passos da sua carreira?
Em fevereiro, lanço uma música nova que marca uma nova fase do meu trabalho. Além disso, já estou estruturando uma turnê para 2026, que vai levar esse repertório para mais perto do público. A ideia é seguir evoluindo artisticamente, sem perder a essência e a verdade que sempre guiaram minha música.
As informações contidas neste texto são de responsabilidade dos colunistas e podem não necessariamente expressam a opinião deste portal.
É expressamente proibido cópia, reprodução parcial, reprografia, fotocópia ou qualquer forma de extração de informações do site EGOBrazil sem prévia autorização por escrito, mesmo citando a fonte. Cabível de processo jurídico por cópia e uso indevido, esse conteúdo pode conter IA.
Fique por dentro!
Para ficar por dentro de tudo sobre o universo dos famosos e do entretenimento siga o EGOBrazil no Instagram.



