A mudança no olhar é um dos primeiros sinais que chamam a atenção quando algo começa a afetar a região periocular. Mesmo bem descansadas, muitas pessoas ouvem comentários como “você está cansado?”, percebem que a maquiagem não fixa como antes ou sentem o olhar mais pesado. Segundo a Dra. Lara El Andere, esses sinais podem estar relacionados ao excesso de pele, bolsas de gordura ou até a uma leve queda da sobrancelha — fatores que alteram a harmonia do olhar e exigem avaliação especializada.
O diagnóstico preciso começa com uma consulta acolhedora, na qual o paciente compartilha suas expectativas e como enxerga sua melhor versão. A partir dessa escuta sensível, o especialista analisa a anatomia individual e apresenta as possibilidades de tratamento. O objetivo é combinar técnica e naturalidade, respeitando a identidade facial em vez de criar um “novo rosto”. Esse cuidado evita resultados artificiais e garante maior satisfação.
Quando o assunto é blefaroplastia, ainda existem muitos mitos. “Vai mudar meu olhar” é um dos mais comuns — e também o mais distante da realidade. As técnicas modernas preservam a identidade facial. Outro equívoco é acreditar que o procedimento causa dor intensa: na prática, há mais incômodo do que dor. E a cicatriz? Geralmente fica em pregas naturais, tornando-se discreta ao longo da recuperação. A verdade é que, quando realizada por um especialista capacitado, trata-se de uma cirurgia segura, precisa e com alto índice de sucesso.
A recuperação tem papel decisivo no resultado final. É normal haver inchaço e pequenos hematomas nos primeiros dias. Compressas geladas, medicamentos prescritos e cuidados simples — como evitar abaixar a cabeça, proteger-se do sol e dormir com a cabeceira elevada — aceleram a evolução. Os pontos costumam ser retirados entre 7 e 10 dias, permitindo um retorno gradual às atividades de acordo com cada caso.
Os avanços tecnológicos elevaram ainda mais o padrão da blefaroplastia. Entre os destaques, está o Laser de CO₂, que pode ser associado ao procedimento para melhorar textura da pele, suavizar linhas finas e potencializar o rejuvenescimento. Em situações específicas, técnicas transconjuntivais — que dispensam cicatriz externa — e incisões ultrafinas garantem ainda mais discrição. Procedimentos combinados, como toxina botulínica, fios de PDO e tratamentos laser, podem aprimorar o resultado, sempre avaliados de forma individualizada.
Mais do que uma cirurgia estética, a blefaroplastia moderna é uma ferramenta de refinamento natural. Quando conduzida por um profissional experiente, devolve leveza, frescor e autenticidade ao olhar — sem modificar quem você é.

Dra. Lara El Andere – Oftalmologista
Especializada em cirurgia plástica ocular, vias lacrimais e órbita, com formação pela Universidade Mogi das Cruzes e especialização no Hospital CEMA. Detentora de títulos reconhecidos pela AMB e CBO, trata condições como blefarite, calázio e blefarospasmo com precisão técnica e cuidado humanizado. Com atendimento bilíngue em português, inglês e árabe, amplia seu alcance a diferentes públicos
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Por Dra. Lara El Andere
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