Cavi Borges fala sobre sua trajetória como cineasta, produtor e ex-judoca brasileiro

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A coletiva de imprensa ocorrida no início da tarde de segunda-feira, 19 de junho, durante o quarto dia do Festival de Cinema na cidade de Vassouras, no Rio de Janeiro, contou com a participação de Cavi Borges, cineasta, César Ribeiro, presidente do Mis/RJ, e Jane Saglia e Bruno Saglia, curadores do Festival de Cinema.

Com grande simpatia, Cavi Borges, renomado cineasta, produtor e ex-judoca olímpico brasileiro, conhecido como um dos principais produtores do cinema independente contemporâneo do Brasil, compartilhou algumas das suas experiências enriquecedoras sobre como se envolveu no mundo cinematográfico. Seus filmes foram exibidos e premiados em alguns dos festivais de cinema mais importantes do Brasil e do mundo, como o Festival de Cannes, Festival do Rio, Festival de Gramado e Mostra de Cinema de Tiradentes, entre outros.

Foto: Marcus Lehman / Egobrazil
Foto: Marcus Lehman / EGOBrazil

“Eu fui um atleta muito dedicado, e meu maior sonho era participar das Olimpíadas. Em 1996, aos 18 anos, fui convocado para o campeonato, mas, infelizmente, na véspera, sofri uma fratura na costela durante um treino. Decepcionado, decidi abrir uma locadora de filmes de lutas, mesmo sem entender nada de cinema. Quatro anos depois, fui selecionado para as Olimpíadas de Sydney, mas precisei passar por uma cirurgia no joelho devido a uma ruptura de ligamentos e fiquei impossibilitado de viajar. Mais uma vez, tive uma ideia e construí um espaço ao lado da minha locadora para exibir mostras de filmes, e foi aí que o negócio começou a crescer, atraindo mais público e cineastas… Também conheci minha esposa, que era estudante de cinema, comecei a acompanhá-la em gravações e cada dia me envolvi mais com a arte”, relata Cavi.

Foto: Marcus Lehman / Egobrazil
Foto: Marcus Lehman / EGOBrazil

Cavi Borges ressaltou a importância de seguir aquilo que se gosta e como é necessário e gratificante unir forças para alcançar um objetivo. Foi dessa forma que ele se tornou uma referência no fascinante mundo do cinema brasileiro.

Se você deseja realmente conhecer a sétima arte brasileira, prestigie o acervo de Cavi Borges, a Cavídeo. Lá você encontrará mais de 25 mil títulos e também poderá desfrutar de uma biblioteca de cinema repleta de referências para os cinéfilos de plantão.

Foto: Marcus Lehman / EGOBrazil

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