A música eletrônica brasileira vive um momento de expansão e profissionalização, e poucos artistas representam essa fase com tanta clareza quanto o DJ e produtor Nash. Iniciado na cena ainda na adolescência, em 2016, quando tinha apenas 14 anos, ele chega a 2026 aos 23 anos com uma carreira sólida, presença digital expressiva e uma identidade musical que ultrapassa rótulos.
A formação técnica sempre foi um dos pilares da trajetória de Nash. Graduado como DJ pela IGroove, com estudos em produção musical pela MakeMusicNow e especialização em mixagem e masterização pela Fabriek School, o produtor construiu um repertório que alia precisão técnica e sensibilidade artística. Sua sonoridade transita entre a força do underground e a acessibilidade do mainstream, incorporando vocais marcantes, linhas modernas e uma energia pensada para a pista.
Esse equilíbrio se reflete diretamente nos números. Nash soma mais de 2,5 milhões de streams no Spotify, com cerca de 20 mil ouvintes mensais, além de 1,28 milhão de plays no SoundCloud e aproximadamente 190 mil visualizações no YouTube. Nas redes sociais, especialmente no Instagram, o DJ mantém uma média de 80 mil visualizações mensais, com alcance que ultrapassa 100 mil pessoas, reforçando sua conexão com o público para além das plataformas de áudio.
Entre 2020 e 2025, Nash lançou mais de 20 faixas autorais, mantendo uma regularidade estratégica em um mercado altamente competitivo. Trabalhos como One Day, em parceria com Lowderz, superaram 1,2 milhão de reproduções, enquanto colaborações como Symmetry e In My Heart ajudaram a ampliar sua presença em playlists editoriais e sets de DJs de renome. O reconhecimento internacional ganhou força quando a faixa Jumpin entrou para o Top 50 da Beatport Hype, um marco relevante para produtores brasileiros.
A relação com selos como Austro, ligado à Som Livre e à Rede Globo, a norte-americana Witty Tunes, de Washington, e a TechnoBlazer Records evidencia a versatilidade do artista e sua capacidade de dialogar com diferentes mercados. Além disso, Nash possui lançamentos distribuídos por outros selos nacionais e internacionais, ampliando sua circulação global.
O suporte de artistas como Vintage Culture, Timmy Trumpet, Ownboss, LIU, JORD e Lowderz reforça sua credibilidade dentro da cena. Soma-se a isso a participação em eventos, festivais e turnês pelo Brasil, onde suas performances se destacam pela entrega energética e pela interação direta com o público.

Para Nash, a construção da carreira sempre esteve ligada a uma visão de longo prazo. “Nunca tive pressa em chegar, mas sempre tive clareza de onde queria ir. Cada lançamento faz parte dessa construção”, afirma. Ele também destaca a importância da identidade artística: “A música precisa ter personalidade. Quando alguém escuta uma faixa minha, quero que reconheça que existe verdade ali”. Olhando para o futuro, o DJ mantém o foco: “2026 representa expansão. É o momento de levar o som brasileiro ainda mais longe, sem perder a essência”.
Com trajetória consistente, números expressivos e reconhecimento crescente, Nash entra em 2026 como um nome que simboliza a nova fase da música eletrônica nacional. Para ele, o céu já não parece mais um limite, mas apenas o próximo cenário a ser explorado.
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