O discurso da força de vontade está perdendo espaço. Em um país onde milhões de pessoas convivem com o efeito sanfona, a culpa deixou de ser uma resposta aceitável. Em 2026, a discussão sobre emagrecimento amadurece e passa a ocupar o território que sempre lhe pertenceu: o da ciência.
É nesse contexto que a Dra. Victoria Lacerda se posiciona como uma das vozes mais consistentes da nova medicina do peso. Professora de Nutrologia e Semiologia Médica, criadora do método Slim Balance e à frente de uma nova clínica em São José do Rio Preto, ela sustenta uma premissa simples e contundente: o corpo não falha — protocolos mal estruturados falham.

A base do seu trabalho parte de um entendimento técnico que hoje já é respaldado pela literatura científica. O peso corporal é regulado por um sistema complexo que envolve hormônios como insulina, leptina e cortisol, além de fatores como sono, estresse, inflamação e comportamento alimentar. Reduzir esse processo à ideia de “fechar a boca” não é apenas simplista — é clinicamente equivocado.

O Slim Balance surge como contraponto aos modelos padronizados que tratam todos os pacientes da mesma forma. A proposta é individualizar: avaliar contexto metabólico, histórico de dietas, impacto emocional e resposta fisiológica antes de qualquer intervenção. O foco deixa de ser apenas a balança e passa a ser a regulação do organismo.

Essa abordagem ganha ainda mais relevância quando aplicada à realidade feminina. Mulheres convivem com oscilações hormonais, sobrecarga emocional e pressão estética constante. Ignorar esses fatores compromete resultados e perpetua frustração. Ao integrar fisiologia e comportamento, a médica reposiciona o tratamento como um processo estruturado e sustentável.
A inauguração da nova clínica consolida essa fase de expansão. O espaço foi pensado para oferecer acompanhamento contínuo, decisões baseadas em dados e uma experiência de cuidado que combina ciência e acolhimento. Mais do que um endereço novo, trata-se da consolidação de um método que transforma o emagrecimento em estratégia médica, e não em sacrifício.

Para 2026, os planos incluem a expansão estruturada do Slim Balance, o fortalecimento da equipe e projetos educacionais voltados à medicina baseada em evidências. A meta é clara: elevar o debate sobre perda de peso e afastá-lo definitivamente da lógica da punição.
A mensagem que resume sua atuação é direta: quem não conseguiu emagrecer não é fraco — provavelmente foi submetido a abordagens que ignoraram a biologia. Quando o tratamento respeita a fisiologia, o emagrecimento deixa de ser uma batalha pessoal e passa a ser resultado de uma estratégia clínica bem aplicada.
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