Priscilla Monroy, esposa de Alberto Cowboy, participante do BBB 26, recorreu às redes sociais nesta segunda-feira (23) para publicar um extenso desabafo. No relato, ela afirmou que sua família tem sido alvo de ameaças após a discussão envolvendo o brother e Ana Paula Renault dentro da casa — incluindo a filha do casal, de apenas quatro anos.
Logo no início do texto, Priscilla disse que entende a repercussão do programa, mas criticou a forma como o debate extrapolou os limites do entretenimento. Segundo ela, opiniões fazem parte da exposição do reality, porém ataques pessoais e intimidações não podem ser normalizados. A influenciadora também ressaltou que, na visão dela, Alberto Cowboy não direcionou ofensas a familiares de outros participantes e que as redes oficiais do brother estariam publicando os acontecimentos completos, sem recortes.
A esposa do peão ainda destacou que quem acompanha o confinamento fora da casa também acaba exposto. Ela afirmou aceitar críticas e discordâncias, mas repudiou ameaças, classificando a situação como inaceitável. De acordo com Priscilla, nas últimas 24 horas passou a ser inserida em narrativas que, segundo ela, não correspondem à realidade e que sua vida pessoal estaria sendo usada como “enredo” nas redes sociais.
Casados desde 2023 e moradores dos Estados Unidos, Priscilla Monroy e Alberto Cowboy já vinham comentando o reality desde a estreia do programa. Desta vez, porém, a companheira do participante afirmou que o limite teria sido ultrapassado. Ela relatou que mensagens com xingamentos e desejos graves foram direcionadas à família, inclusive à filha do casal, o que classificou como extremamente preocupante.

No desabafo, Priscilla também defendeu que discussões estratégicas do jogo não deveriam se transformar em ataques pessoais fora da casa. Para ela, retirar falas de contexto e incentivar ofensas seria uma prática injusta. A influenciadora ainda declarou que também se sente ferida ao acompanhar críticas pesadas direcionadas a Alberto Cowboy dentro do confinamento.
Ao finalizar, ela argumentou que deveriam existir regras informais de convivência também para o público: não ameaçar familiares, não distorcer falas e não promover linchamentos virtuais. Segundo Priscilla Monroy, o debate sobre o jogo pode acontecer, mas sem ultrapassar a linha do respeito.