No dia 8 de agosto, Wenny, uma das vozes mais jovens e promissoras do pop brasileiro, lança “BIS”, seu novo single e videoclipe. A obra, segundo a artista carioca, é “um caos organizado cheio de coragem, emoção e metáforas visuais”.
Depois da estreia com “Checkpoint”, que alcançou mais de 1 milhão de plays no Spotify e apresentou a artista ao grande público, “BIS” marca um novo momento. “Checkpoint foi minha porta de entrada. BIS é um convite: entra aqui e vive esse surto artístico comigo — com mais intensidade, mais verdade, mais tudo”, afirma Wenny.
Além da faixa, o projeto ganha vida em um videoclipe com 19 cenas distintas, que misturam performance teatral, estética pop, crítica à fama e uma conexão profunda com suas memórias e raízes familiares. Gravado em diferentes pontos do Rio de Janeiro — de academias a lanchonetes retrô, passando por praias e pela histórica Santa Casa de Misericórdia —, o clipe funciona como uma jornada fragmentada, mas emocionalmente coesa. “É tipo um filme quebrado em pedaços que se completam no caos”, resume.
Visualmente, “BIS” apresenta um universo provocador, com referências que transitam entre o mainstream e o underground. “Minha principal inspiração fui eu mesma no clipe de ‘Checkpoint’, mas também me inspirei na Lady Gaga, Nicki Minaj, nas subculturas japonesas e em memes. Tem rua, tem teatro, tem exagero”, revela a artista.
O clipe é também uma obra coletiva, mas com assinatura clara de Wenny, que esteve envolvida diretamente em todas as etapas do processo: roteiro, direção de arte, escolha de figurinos e edição. “Cada detalhe tem um porquê. Essa sou eu contando essa história com tudo o que eu tenho — até onde minha cabeça aguentar e meu coração alcançar”, diz.
A expectativa em torno do lançamento é alta, e a artista deixa claro que o impacto pretendido vai além da estética: “Quero que quem veja o clipe sinta algo que não sabe explicar. Que faça caras e bocas, que se sinta desconfortável, que diga ‘o que foi isso?’ e depois ‘preciso ver de novo’. Quero barulho. Quero que sintam”.

“BIS” chega como uma obra viva, que aborda temas como feminilidade, amadurecimento, liberdade criativa e identidade, ao mesmo tempo em que abre espaço para o estranho, o exagerado e o experimental. Para Wenny, é um ponto de virada: “O pop nacional está pronto para outra camada de emoção. Se for pra dar certo, vai ser sendo eu — chegando diferente e com a certeza de que vai ser sucesso”, finaliza.
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