O ator e cantor Fiuk recorreu às redes sociais, na noite de terça-feira (18), para expor um desentendimento que culminou em sua retirada de um projeto cinematográfico idealizado por ele próprio. Em um longo desabafo publicado nos Stories do Instagram, o artista afirmou ter sido excluído da produção por integrantes da equipe, que teriam assumido o controle da obra e modificado aspectos essenciais do projeto sem sua autorização.
Segundo Fiuk, o filme — ainda sem previsão de estreia — segue a linha da franquia “Velozes e Furiosos” e acompanha a rotina e os desafios de praticantes de drift, modalidade automobilística marcada por derrapagens controladas, curvas em alta velocidade e muita fumaça na pista. O artista, de 35 anos, disse ter sido responsável pela concepção original da história, pela pesquisa e pela criação de boa parte do material que daria vida ao longa-metragem.
Em seu relato, o filho do cantor Fábio Jr. e irmão da atriz Cleo Pires contou que as pessoas inicialmente convidadas por ele para integrar a equipe do projeto passaram a agir à revelia de tudo o que havia sido combinado. “As pessoas que convidei para o projeto decidiram seguir com o projeto sem mim, mudar rumos, mudar até o nome do filme, e ignorar tudo o que foi combinado e o que foi feito”, escreveu.
O ator afirma que, além de ser excluído das decisões e das etapas de desenvolvimento, teve seu nome usado de forma indevida para negociações relacionadas ao longa. “Usando ainda meu nome sem meu consentimento e minha história em negociações”, declarou. De acordo com Fiuk, ele não recebeu qualquer documentação formal — como contratos ou autorizações — e sequer teve acesso às imagens já gravadas durante as fases iniciais da produção. “Hoje, eu não tenho acesso a nada do material que eu mesmo criei”, lamentou.
Apesar do tom firme do desabafo, o artista ressaltou que não deseja se colocar como vítima, mas deixar claro que busca justiça e transparência. “Não estou aqui para me vitimizar. Estou aqui para deixar claro que sigo com a minha verdade, com o meu propósito, com a justiça e com vocês, que sempre estiveram comigo”, afirmou o artista.
Em outro trecho, Fiuk destacou que a tentativa de tirá-lo do próprio projeto só reforça sua determinação em recomeçar e proteger sua criação. “Se tentaram tanto tirar o meu sonho de mim, é porque ele deve ser grande demais. E eu vou recomeçar quantas vezes for preciso”, disse.

O ator concluiu reiterando que considera a obra original como parte de sua trajetória pessoal e profissional. “Não tem como apagar ou mudar algo que já foi escrito. Com consciência, com amor e com justiça. O filme é meu, a história é minha”, finalizou.
Até o momento, os supostos ex-colaboradores do projeto não se manifestaram publicamente sobre as acusações feitas por Fiuk. Nas redes sociais, fãs e seguidores demonstraram apoio ao artista, incentivando-o a retomar o filme ou buscar outras formas de levar sua história às telas.
O caso reacende discussões no meio artístico sobre propriedade intelectual, contratos e divisão de direitos em produções independentes — especialmente em projetos idealizados por figuras públicas e desenvolvidos sem grandes estúdios por trás. Enquanto o impasse não se resolve, o público aguarda para saber se a versão original criada por Fiuk verá a luz do dia ou se o projeto seguirá outro rumo sem o envolvimento do artista.
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