O ensino de inglês está vivendo uma transformação sem precedentes, impulsionada pelos avanços na neurociência. Estudos sobre neuroplasticidade, a capacidade do cérebro de se reorganizar e formar novas conexões, estão reformulando a forma como aprendemos idiomas. Técnicas como a repetição espaçada, que consiste em revisar conteúdos em intervalos específicos, e o uso ativo do idioma, como em conversações frequentes, têm mostrado resultados surpreendentes na retenção de vocabulário e gramática. Segundo o professor Gustavo de Noronha, doutorando em Psicologia Sistêmica, Cognitiva e Neuroscientífica pela UFLO, “Aprender um idioma não depende de talento inato, mas de práticas consistentes que reforçam as conexões neurais, transformando o aprendizado em um processo contínuo e acessível.”
Outro aspecto inovador é a integração do mindfulness no ensino de idiomas, ajudando alunos a superar a ansiedade, uma das maiores barreiras no aprendizado. Práticas como respiração consciente e meditação breve antes das aulas têm demonstrado reduzir o medo de errar, permitindo maior foco e assimilação do conteúdo. Estudos mostram que essas técnicas não apenas melhoram a regulação emocional, mas também aumentam a concentração, essencial para o processamento de informações complexas. “Quando estamos emocionalmente equilibrados, o cérebro funciona de forma mais eficiente, facilitando a absorção e a memorização do idioma,” explica Noronha.
A tecnologia também desempenha um papel crucial nessa revolução, especialmente quando combinada com um acompanhamento qualificado. Professores e mentores experientes, aliados a ferramentas modernas, conseguem personalizar o aprendizado com base nas necessidades de cada aluno, oferecendo suporte contínuo e estratégias adaptadas que maximizam o potencial de cada indivíduo. Além disso, novas tecnologias estão sendo projetadas para integrar práticas baseadas em neurociência, garantindo que os métodos evoluam junto com as necessidades dos estudantes.

A partir de 2025, o ensino de inglês promete ser mais do que aprender uma nova língua; será uma jornada de desenvolvimento cognitivo, emocional e tecnológico. A combinação entre neurociência, mindfulness e tecnologia transforma o aprendizado em uma experiência integrada e motivadora. Como conclui Noronha,
“O ensino de inglês não será apenas sobre comunicação em outro idioma, mas também sobre expandir os horizontes pessoais e profissionais de forma inteligente e humanizada.”
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