A Bahia é reconhecida como um dos berços mais importantes da música brasileira. Ritmos como samba de roda, axé music, samba reggae e pagode baiano nasceram no estado e ajudaram a consolidar a identidade cultural do país, projetando a riqueza da herança afro-brasileira para o Brasil e o mundo. Esses gêneros não só entretém, mas carregam narrativas sociais, históricas e políticas, tornando a música baiana um instrumento de expressão cultural e resistência.
No meio desse panorama surge Ueverton Souza dos Santos, conhecido artisticamente como Jack Chan Teclas. Músico, arranjador, compositor e produtor musical, ele se destaca por traduzir a diversidade e a riqueza da música da Bahia em uma carreira que ultrapassa fronteiras. Com mais de dez anos de experiência profissional, Jack Chan Teclas já se apresentou em palcos do Brasil, Europa e Estados Unidos, sempre mantendo a essência da Bahia em seu trabalho.
“A música baiana é nosso patrimônio vivo, ela conecta passado, presente e futuro através do ritmo e da melodia”, afirma o artista. Para ele, cada arranjo é uma oportunidade de contar histórias e reforçar a importância cultural de sua terra natal.
Um dos momentos mais marcantes de sua carreira foi na Banda Gasparzinho, onde atuou como tecladista principal, arranjador e líder musical. Ele foi responsável por criar os arranjos, conduzir as apresentações e consolidar a identidade sonora do grupo, desempenhando papel fundamental nos sucessos da banda. “Liderar musicalmente é mais do que tocar notas, é dar forma a ideias e transmitir emoções”, explica Jack Chan Teclas.
A Bahia também é conhecida por movimentos que mudaram os rumos da música nacional, como o Tropicalismo, liderado por artistas icônicos como Caetano Veloso e Gilberto Gil. Esse espírito de inovação, que mistura tradição e influência internacional, está presente na atuação de Jack Chan Teclas. “É possível inovar sem perder nossas raízes, e é isso que me guia em cada projeto”, reforça o músico.
Além do axé, Jack Chan Teclas também se inspira no reggae baiano, gênero que aborda temas sociais, questões de identidade negra e resistência cultural. Sua produção reflete uma combinação de técnica, consciência social e compromisso artístico, mostrando que a música vai além do entretenimento e se torna uma ferramenta de diálogo cultural.
Ao longo da carreira, Ueverton Souza dos Santos tem mostrado que a música baiana continua viva, evoluindo com cada geração e conquistando públicos novos dentro e fora do Brasil. Seu trabalho comprova que tradição e contemporaneidade podem caminhar lado a lado, mantendo a Bahia como referência musical internacional.
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