Durante muitos anos, o transplante capilar foi associado a procedimentos longos, cansativos, com horas de cirurgia e um pós-operatório considerado complexo. Esse cenário, porém, começa a mudar. Uma transformação silenciosa, mas significativa, vem sendo observada em Alphaville, na Grande São Paulo, e aponta para um novo momento da medicina capilar.
Na Clínica Gianoto, localizada em Barueri, o médico Dr. Luiz Teixeira, referência em transplante capilar e medicina estética, desenvolveu uma técnica que reduz de forma expressiva o tempo cirúrgico, sem comprometer a segurança, sem abrir mão da qualidade e mantendo o alto padrão estético dos resultados.
A evolução do método levanta uma reflexão inevitável: se é possível fazer melhor em menos tempo, por que manter modelos antigos?
MENOS HORAS DE CIRURGIA, MAIS CONTROLE MÉDICO
A inovação proposta não está em acelerar o procedimento de forma imprudente, mas em repensar toda a dinâmica cirúrgica. A técnica se baseia na reorganização estratégica das etapas, na otimização do trabalho da equipe e na aplicação de protocolos mais precisos, o que reduz o tempo total da cirurgia de maneira segura e controlada.
Cirurgias mais curtas tendem a gerar menor desgaste físico para o paciente, melhor resposta no pós-operatório e maior controle médico ao longo de todo o processo. Além disso, a redução do tempo cirúrgico impacta diretamente o custo operacional, tornando o transplante capilar mais acessível, sem banalizar o ato médico ou comprometer a excelência do tratamento.
EFICIÊNCIA NÃO É PRESSA
O conceito central da técnica desenvolvida na Clínica Gianoto é a eficiência. O procedimento mantém todos os pilares da medicina capilar moderna: preservação rigorosa dos folículos, naturalidade no desenho da linha capilar, protocolos rígidos de assepsia e acompanhamento médico contínuo.
“Não se trata de fazer rápido, mas de fazer certo”, explica o Dr. Luiz Teixeira. “Cada etapa é pensada para eliminar desperdícios de tempo, não de qualidade.”

UMA TENDÊNCIA QUE COMEÇA LOCAL E GANHA ESCALA
O avanço observado em Alphaville acompanha um movimento mais amplo da medicina contemporânea, que prioriza procedimentos mais inteligentes, menos desgastantes, menos invasivos e mais sustentáveis — tanto para o paciente quanto para o sistema de saúde.
Em um mercado em plena expansão, no qual o transplante capilar deixa de ser exceção para se tornar uma escolha cada vez mais comum, técnicas que unem inovação, segurança e racionalização de custos tendem a ganhar espaço e provocar novos debates dentro e fora da comunidade médica.
O que está acontecendo em Alphaville pode não ser apenas uma inovação local, mas um indicativo claro de como o futuro do transplante capilar começa a se desenhar no Brasil.
As informações contidas neste texto são de responsabilidade dos colunistas e podem não necessariamente expressam a opinião deste portal.
É expressamente proibido cópia, reprodução parcial, reprografia, fotocópia ou qualquer forma de extração de informações do site EGOBrazil sem prévia autorização por escrito, mesmo citando a fonte. Cabível de processo jurídico por cópia e uso indevido, esse conteúdo pode conter IA.
Fique por dentro!
Para ficar por dentro de tudo sobre o universo dos famosos e do entretenimento siga o EGOBrazil no Instagram.



