Giancarlo Giacomelli Advogado orienta: como organizar a transmissão de bens e evitar conflitos entre herdeiros
Um advogado de família é o profissional que orienta famílias sobre sucessões e planejamento patrimonial, ajudando a prevenir litígios e a organizar a transferência de patrimônio com segurança jurídica. Um plano sucessório bem estruturado preserva relações, reduz custos de inventário e protege interesses de cônjuges e descendentes ao longo do tempo.
Entender instrumentos como testamento, doação e holding familiar é essencial para quem deseja decidir com clareza sobre o destino do patrimônio. A informação técnica e acessível contribui para escolhas menos conflituosas e mais adequadas às particularidades de cada família.
Noções básicas de sucessão legítima e testamentária
A sucessão legítima ocorre quando a lei define quem são os herdeiros na falta de testamento. Na prática, parentes próximos, cônjuge e descendentes, têm prioridades legais para receber a herança.
São regras visam proteger o núcleo familiar e distribuir o patrimônio segundo critérios estabelecidos pelo ordenamento, esclarece o advogado de família Giancarlo Giacomelli.
O testamento, por sua vez, permite que o disponente expresse sua vontade sobre a destinação de bens, dentro dos limites legais. Embora o testamento não dispense formalidades, ele confere maior autonomia ao titular do patrimônio para organizar legados e atendimentos a pessoas específicas.
Tanto na sucessão legítima quanto na testamentária, o apoio de um advogado de família é importante para orientar sobre efeitos legais e evitar cláusulas nulas. A atuação jurídica previne surpresas e assegura validade dos atos patrimoniais.
Instrumentos de planejamento: testamento, doação e instrumentos empresariais
O testamento simples ou público é um dos instrumentos mais usados para deixar instruções claras a respeito de bens e legados. Ele pode prever legados em vida ou cláusulas condicionais, sempre observando a parcela legítima dos herdeiros necessários.
A doação em vida é outro mecanismo que antecipa a transferência patrimonial, sendo possível estabelecer cláusulas de usufruto ou reserva de domínio. A doação exige cuidado para não prejudicar herdeiros necessários e para evitar discussão sobre redução da legítima.
Empresas familiares muitas vezes utilizam estruturas como holdings para consolidar controle e facilitar sucessão. A constituição de uma holding pode reduzir riscos de partilha litigiosa e organizar a governança do patrimônio empresarial.
Instrumentos práticos e quando costumam ser usados
- Testamento público ou particular. Serve para registrar desejos sobre bens e pode ser alterado em vida. Sua formalidade confere segurança jurídica, sendo indicado quando o titular quer definir legados específicos.
- Doação com reserva de usufruto. Permite transferir propriedade enquanto mantém o direito de uso ou renda. É útil para organizar a sucessão sem perder a renda vitalícia.
- Holding familiar. Estrutura societária que centraliza ativos e facilita gestão e sucessão. É recomendada para patrimônio com participação societária ou bens dispersos.

Implicações do regime de bens na sucessão
O regime de bens adotado no casamento influencia diretamente a composição do patrimônio a ser partilhado. Em regime de comunhão parcial, os bens adquiridos na constância do casamento integram a meação. Em comunhão universal, a comunicação é mais ampla.
Na separação total de bens, cada cônjuge preserva seu patrimônio individual, o que reduz a área de atuação da sucessão entre os cônjuges. A escolha do regime pode, portanto, ter efeitos profundos sobre o planejamento patrimonial e a proteção de herdeiros.
O Direito de família orienta sobre essas implicações e sobre a necessidade de registro documental, de modo a evitar surpresas no inventário. Assessoria jurídica especializada minimiza riscos de impugnação.
Conflitos sucessórios mais comuns e como evitá-los
Conflitos surgem frequentemente por falta de transparência sobre a origem dos recursos ou sobre benfeitorias em bens imóveis. A percepção de injustiça entre herdeiros é um gatilho recorrente de disputas.
Outro ponto de litígio envolve bens empresariais e participação societária sem regras claras de governança. A ausência de acordos societários facilita disputas entre sócios-herdeiros e coloca a empresa em risco.
A prevenção passa por documentação organizada, acordos prévios e comunicação familiar. Consultar um advogado familiar desde a fase de planejamento reduz a probabilidade de brigas e de custos judiciais.
Advogado de família orienta: documentação cuidados na elaboração de testamentos e doações
Manter certidões atualizadas, registros de propriedade, contratos sociais e declarações fiscais é etapa essencial do planejamento patrimonial. Documentos comprobatórios facilitam inventários e evitam alegações de fraude ou ocultação.
Testamentos devem ser registrados em cartório quando público, ou devidamente formalizados, observando prazos e testemunhas. Doações exigem instrumentos públicos quando recaem sobre bens imóveis, sob pena de nulidade em certos casos.
A consulta a um advogado de familia assegura que cláusulas respeitem a legítima e que as operações não comprometam direitos de herdeiros necessários. Orientação técnica evita impugnações e garante maior previsibilidade.
Cuidados práticos ao formalizar planejamento patrimonial
- Manter cópias e comprovantes de transferências. Extratos, escrituras e notas fiscais comprovam origem de recursos e diminuem questionamentos futuros. A rastreabilidade é essencial em auditorias patrimoniais.
- Atualizar contratos sociais e acordos de sócios. Definir regras de sucessão dentro da empresa preserva continuidade operacional e reduz risco de paralisação. Governança clara protege valor econômico.
- Revisar instrumentos periodicamente. Mudanças familiares e financeiras exigem atualização de testamentos e doações; revisar a cada evento relevante previne desalinhamentos.

Trajetória e atuação de Giancarlo Giacomelli na área sucessória
O advogado Giancarlo Giacomelli é sócio fundador do Giacomelli Advocacia e atua no Paraná, Santa Catarina e São Paulo com foco no direito de família. Sua formação no Centro Universitário UniDombosco/PR e a pós-graduação em Direito e Processo Civil pela FESP/PR sustentam uma atuação técnica em planejamento sucessório e inventários.
Giancarlo Giacomelli é referência como advogado familiar. Em sua atuação, orienta famílias na adoção de instrumentos que preservem vínculos e reduzam litígios.
No trabalho diário, Giancarlo Giacomelli Advogado privilegia atendimento personalizado e articula soluções que envolvem advogados, contadores e peritos. A combinação de técnica jurídica e coordenação interdisciplinar facilita a execução de planos patrimoniais.
Conclusão
O planejamento sucessório é ferramenta de proteção familiar que exige equilíbrio entre vontade individual e direitos dos herdeiros. Um advogado de familia atua para conciliar essas dimensões e assegurar que os instrumentos adotados sejam válidos e eficazes.
Organizar testamentos, doações e estruturas societárias com documentação adequada reduz custos de inventário e preserva relações. A prevenção jurídica é medida de cuidado com o futuro das novas gerações.
Buscar orientação técnica cedo permite construir soluções sob medida ao patrimônio e às pessoas envolvidas, preservando tanto bens quanto vínculos familiares.
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