A noite de domingo (15) no Sambódromo do Anhembi teve um dos momentos mais comentados do Carnaval de São Paulo 2026. Viviane Araújo voltou a brilhar à frente da bateria da Mancha Verde e chamou atenção não apenas pela performance, mas também por uma escolha carregada de simbolismo: a rainha decidiu reviver uma fantasia histórica usada por ela mesma em 2012 — agora repaginada.
A atriz surgiu na Avenida exibindo excelente forma física, com abdômen definido, pernas musculosas e postura impecável durante todo o percurso. O figurino colorido, repleto de pedrarias e brilho intenso, imediatamente despertou a memória dos apaixonados pelo samba. Nas redes sociais, foliões e especialistas em Carnaval rapidamente identificaram a referência ao desfile de mais de uma década atrás, destacando a ideia de continuidade e trajetória dentro da escola

A releitura manteve a essência do traje original, mas recebeu atualizações estruturais e novos acabamentos, reforçando o conceito de tradição aliado à modernidade — algo cada vez mais valorizado pelas agremiações. O gesto também dialoga com o vínculo longevo entre a artista e a comunidade da escola alviverde, que a acompanha há anos como um dos principais símbolos da bateria.
Antes de entrar na pista, Viviane Araújo compartilhou a emoção com os seguidores e demonstrou o clima de preparação vivido ao longo dos últimos meses.

“Hoje é dia de pisar no Anhembi com o coração transbordando emoção! É hora de viver tudo aquilo que a gente sonhou, ensaiou e lutou pra chegar até aqui. Vamos com tudo, minha Mancha! Porque a nossa força vem da bateria e a nossa energia vem da arquibancada!”, escreveu.

Na Avenida, a rainha manteve samba firme do início ao fim, interagindo com ritmistas e arquibancadas. A performance reforçou um ponto recorrente entre comentaristas: além da estética, a presença cênica e o domínio de pista continuam sendo diferenciais da artista. O público respondeu cantando junto ao recuo de bateria e acompanhando cada paradinha com entusiasmo.
A escolha de revisitar a própria história acabou se tornando um dos assuntos mais repercutidos da noite. Em um Carnaval cada vez mais competitivo e marcado por grandes investimentos visuais, a estratégia apostou na memória afetiva do público — e funcionou. Para muitos torcedores da Mancha Verde, a apresentação simbolizou maturidade e pertencimento, consolidando novamente a rainha como uma das figuras mais representativas da escola na era recente.
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