A trajetória e o legado da cantora Preta Gil (1974–2025) ganharão destaque em duas produções especiais que estão sendo desenvolvidas pela Globo. A artista será tema de um documentário para a televisão aberta e também de uma série documental original do Globoplay, projetos que pretendem revisitar momentos marcantes de sua vida pessoal, carreira artística e atuação pública.
De acordo com informações divulgadas pela coluna F5, da Folha de S. Paulo, o documentário para a TV foi idealizado pela própria Preta Gil antes de sua morte. A produção reunirá registros pessoais, imagens inéditas e bastidores de sua trajetória na música e no entretenimento brasileiro.
O projeto tem direção de Sandra Kogut e Mônica Almeida, com roteiro assinado por Renato Terra. A estreia ainda não teve data confirmada pela emissora.
Além do documentário, o Globoplay prepara uma série documental inédita que irá aprofundar a história da artista. A produção terá quatro episódios e abordará a vida de Preta Gil desde a infância até sua consolidação como cantora, empresária e ativista.
A série também trará relatos de familiares, amigos e parceiros de carreira, além de imagens de arquivo que ajudam a reconstruir diferentes fases da vida da artista. O lançamento está previsto para julho de 2026 na plataforma de streaming.
As gravações da série começaram durante o Carnaval de Salvador, evento que sempre teve forte ligação com a cantora. Durante a folia, diversos blocos e trios elétricos prestaram homenagens à artista, momentos que foram registrados pela equipe de produção.
O projeto conta com direção de Mini Kerti, produção de Carolina Jabor, Renata Brandão e Luísa Barbosa, além de roteiro de Victor Nascimento. A produção associada é assinada por Flora Gil, madrasta de Preta e uma das figuras mais próximas da cantora.
As duas produções pretendem resgatar não apenas a carreira musical da artista, mas também sua atuação como empresária e voz ativa em debates sociais, além de sua influência na cultura brasileira.

A morte de Preta Gil
Preta Gil morreu aos 50 anos, em 20 de julho de 2025, em Nova York, nos Estados Unidos. A artista havia sido diagnosticada com câncer no intestino em janeiro de 2023 e passou por um longo período de tratamento.
Filha do cantor e ex-ministro da Cultura Gilberto Gil com Sandra Gadelha, Preta construiu uma carreira marcada pela autenticidade, presença marcante no carnaval e forte atuação nas redes sociais.
Após sua morte, o corpo da artista foi repatriado para o Brasil no dia 23 de julho e chegou ao país no dia seguinte para as cerimônias de despedida.
O velório foi aberto ao público no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, no Centro da capital fluminense. O local recebeu fãs, amigos e admiradores que foram prestar as últimas homenagens à cantora.
Posteriormente, o corpo de Preta Gil seguiu em cortejo até o Crematório e Cemitério da Penitência, no bairro do Caju, na zona portuária do Rio de Janeiro, onde ocorreu a cerimônia de cremação reservada à família e amigos mais próximos.
Com os novos projetos em desenvolvimento, a história e o impacto cultural de Preta Gil devem ganhar novas camadas de registro e memória, reforçando a importância da artista na música e no entretenimento brasileiro.
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